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  • Sônia Lúcia Teixeira de Albuquerque
  • 15 de set. de 2024
  • 1 min de leitura

No geral, está mais para um livrinho de passatempos; um almanaque saturado de joguinhos manjados.

Valendo-se dos infalíveis clássicos das clássicas revistinhas de banca de revista, a publicação, conta com incontáveis exercícios problemáticos aliados à armadilhas constrangedoramente equivocadas que vão exigir do leitor dedicação acadêmica e boa vontade para, ainda assim, sair pior do que entrou.

Palavras-cruzadas; caça-palavras; criptograma; jogo dos 7 erros e outros tantos inventados. Além deles, ocupam, também, as páginas deste exemplar coluninhas de esoterismo; religião; filosofia; política, etc. Só sabe do que se trata, quando às vezes, o próprio assunto é o título.

Por fim, me encerro, valendo-me do falível em sua indefinição; não sei se a obra encaixa em algum gênero literário, se se trata de literatura ou, se não tive acesso ao seu diário, que, sem dúvida alguma, o único lugar que se encaixa é numa gaveta do autor.

Pela experiência, pode valer a pena experimentar.

A escolha perfeita na falta de outras.


Sônia Lúcia Teixeira de Albuquerque

Jornalista e Crítica literária

A Tribuna Literal

 
 
 
  • Estive Galhardi
  • 15 de set. de 2024
  • 1 min de leitura

Se houver qualquer mínima decência em mim, sequer posso cogitar este relato. Tudo que poderia colocar aqui para tentar te convencer, ou melhor, despertar a curiosidade e, então, interesse em você, em mim, é incontável.

Pelo parágrafo anterior, confirmo, provavelmente, dúvida de que haja esta característica em mim. Pode ser que não a entenda da mesma forma que você. A palavra decência.

Sendo assim, indecente, te exponho explicitamente meu não contar, revelando integralmente a essência do conteúdo deste livro, decentemente. Não existiu qualquer outra forma de ser. Pode até ser, sim, que houvesse. Eu não soube, até aqui.

Tudo que digo, mudo, transformo.

Acho que, se textos, assim como produtos que recebem data de validade, vencessem também, estariam todos vencidos. Eles venceriam. Venceram.

Perecíveis, vencem imediatamente após a leitura. Talvez por isso, é que nem precisam de validade ou validação, sei lá.

Acho que você e, possivelmente, todo mundo, honestamente, não compreendem muito bem essa palavra, decência. E várias outras, na verdade. Mentira!

Não conto mais dessas aqui dentro. Talvez até, também, o que você não conta.

 
 
 
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